ESTRESSE POR CALOR

Em um caso de incêndio de grande proporção a vestimenta de combate a incêndio deve condicionar o tempo de exposição afim de ser evitado um choque térmico. Quando um bombeiro está com a sua devida vestimenta com o fim de não se expor à energia radiante proveniente das chamas, pode não ter capacidade de avaliar a radiação térmica por longo período de exposição e com isso pode estar susceptível a um choque térmico mesmo utilizando a vestimenta apropriada. É de suma importância observar os tempos de exposição, descansos e outros procedimentos para evitar a fadiga. É importante ressaltar a importância do uso de outros equipamentos para a proteção contra o ar quente, fumos, gases tóxicos e explosões de gases. A inalação destes aerossóis pode matar instantaneamente por queimadura das vias respiratórias e dos pulmões.

Segundo Murray (1990, apud DINIZ FILHO, 2011) durante o atendimento de ocorrências, principalmente as de combate a incêndios, o intenso esforço físico associado às condições ambientais e ao uso dos equipamentos de proteção individual podem elevar perigosamente a temperatura corporal dos bombeiros envolvidos na emergência. O conceito estabelecido pela NFPA 1583 é que não é só o bombeiro que está em risco. Quando ele não está em condições ideais de saúde física e mental, não é só a vida do bombeiro que está comprometida, mas também a dos membros da equipe, pacientes e vítimas do incêndio.

As vestimentas de combate a incêndio possuem diversos tecidos disponíveis no mercado dedicadas a proteção térmica, ou seja, desde os mais altos índices de performance à proteção térmica tanto quanto melhor gerenciamento de perda de calor do corpo.

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